sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Principais personagens de "Vida e Tentação de Joana d'Arc"



   Joana d'Arc: A protagonista, nascida em Domrémy, aldeia posteriormente renomeada em sua homenagem como Domrémy-la-Pucelle (pucelle significa “donzela”).

   Filha do lavrador Jacques d'Arc e de Isabelle Romée, tinha quatro irmãos: Jacques, ou Jacquemin, Catherine, Jean e Pierre.

   Experienciando visões místicas desde cedo em sua vida, a fé seria o principal impulso para seus feitos futuros, que contribuiriam para o fim da Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra.




   Carlos VII de Valois: Desacreditado e fragilizado a princípio, o delfim, isto é, o herdeiro da coroa da França, tornou-se rei graças à atuação de Joana.


  La Hire: Um dos mais próximos companheiros de Joana, um guerreiro implacável e de temperamento feroz, mas boa índole.
Costumava se referir a si mesmo em terceira pessoa, até mesmo em suas orações:
- Deus entende La Hire com poucas palavras!- E emendava:- Senhor Deus! Rogo-te para fazer por La Hire o que La Hire faria por ti se fosses capitão e se La Hire fosse Deus!



  Gilles de Rais: Personagem dos mais controversos. Um nobre riquíssimo e um dos principais companheiros de Joana. Que porém, após a morte da Donzela, pareceu perder por completo as rédeas de si, sendo acusado e condenado por torturar e violentar um grande número de crianças, deixando-se arrastar pelo fascínio da magia negra. Um dos primeiros serial killers de que se tenha registro.




  Jean de Dunois: Conhecido como “o Bastardo”, defendia Orléans, sitiada por John Talbot, quando Joana apareceu para dar fim ao cerco. 


   John Talbot: O barão de Blackmere.

   Um cavaleiro experiente, Talbot podia ser definido como o epítome do guerreiro medieval tardio, tendo transcorrido durante sua vida mais tempo no campo de batalha do que em suas terras.

   Também um amante dos cães, não se importara quando o rei Henrique V passara a se referir a ele como “nosso bom cão”, depois introduzindo em seu escudo justamente a seguinte citação: “Bom e leal cão de Sua Graça”.



   Christine de Pizan (ou Cristina da Pizzano): Poetisa e filósofa italiana que viveu na França, foi admiradora de Joana e uma crítica de toda misoginia, autora de A Cidade das Damas.



   Iolanda de Aragão: Rainha consorte de Nápoles e duquesa de Anjou, sogra de Carlos VII, seu apoio à causa do genro foi fundamental, inclusive financiando o exército de Joana.




  Henri Beaufort: Importante clérigo de seu tempo, tio do rei Henrique V da Inglaterra. Como cardeal de Winchester, foi o mais relevante membro do tribunal que condenou Joana à fogueira em Rouen.


   Pierre Cauchon: O corrupto bispo de Beauvais, que chefiou e conduziu da forma mais desonesta possível o processo de julgamento de Joana.



   John de Lancaster: O duque de Bedford, que, após a morte de Henrique V, passou a atuar como regente na França em nome de seu ainda muito jovem sobrinho, Henrique VI.



   Georges de la Trémoille: Conselheiro do rei e um grande oportunista, o maior responsável pelas intrigas da corte e um dos principais adversários de Joana.

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